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Home Artigos

O próximo estágio do delivery

Eduardo Yamashita de Eduardo Yamashita
17 de outubro de 2025
no Artigos, Destaque do dia
Tempo de leitura: 4 minutos

Nos últimos anos, o delivery se consolidou como um dos canais mais relevantes do foodservice brasileiro,  chamamos de foodservice toda a alimentação preparada fora do lar, que envolve restaurantes, padarias, lanchonetes, hotéis, entre outros.

Segundo dados da pesquisa Crest, da Gouvêa Inteligência, constata-se que o canal delivery já representa 17% de todo o gasto do foodservice nacional, com cerca de 1,7 bilhão de transações em 2024, mercado que deve continuar em expansão e ganhar ainda mais relevância com o aumento da competição pela entrada da 99Food e da Meituan/Keeta no mercado nacional.

O Brasil é um dos principais mercados globais de foodservice, com consumo total de R$ 220,9 bilhões em 2024, representando cerca de 25% de todo o gasto em alimentos dos brasileiros, e o delivery tornou-se uma peça estrutural desse mercado. Aproximadamente 418 mil restaurantes já operam via plataformas de delivery; entretanto, o mercado é altamente fragmentado e composto em sua grande maioria por operadores pequenos e independentes, tornando a competição por visibilidade e eficiência logística um aspecto fundamental para o sucesso nesse mercado.

Outro ponto de extrema importância é a alta taxa de mortalidade dos restaurantes, com cerca de 20% do número total de estabelecimentos no País sendo renovados todos os anos. Em 2024, tivemos 425 mil restaurantes fechados e 402 mil restaurantes inaugurados, fazendo com que haja uma contante busca por conversão desses restaurantes para as plataformas de delivery.

foodservice

Nesse contexto, as plataformas de delivery se estruturam para conquistar o mercado brasileiro.

A vantagem competitiva do ifood

O iFood construiu ao longo da última década um entendimento profundo das dinâmicas locais, da logística das cidades aos hábitos de consumo regionais, passando por políticas públicas e integração financeira.

Sua capacidade de inovação, aliada a uma cultura de uso intensivo de Inteligência Artificial, o transformou numa plataforma de decisão em tempo real, aplicando algoritmos que ajustam preços, tempos de entrega e recomendações de forma preditiva, equilibrando oferta e demanda em milhares de micromercados simultaneamente. A empresa tem divulgado que aplica mais de 150 modelos especializados de IA em sua operação. Essa infraestrutura de dados permite ao iFood atuar como um hub inteligente do foodservice, conectando restaurantes, entregadores e consumidores em um ciclo de eficiência contínua.

A entrada de novos players: 99food, Meituan-Keeta

O movimento mais relevante é a chegada de novos competidores globais ao mercado brasileiro. A 99Food, braço da 99 (empresa com DNA chinês e presença consolidada em mobilidade urbana), volta a expandir sua operação, enquanto a gigante Meituan, líder mundial em entregas e serviços on demand, dá seus primeiros passos por aqui.

A entrada da Meituan (ou Keeta, marca usada em mercados fora da China) traz uma combinação interessante de capital, tecnologia e experiência operacional. Com base na China, país com maior penetração de foodservice do mundo, a empresa domina uma lógica de ecossistema integrada, que vai muito além da entrega incluindo reservas, cupons, programas de fidelidade e integração com e-commerce e pagamentos digitais.

Esperamos, assim, que a empresa traga essa expertise para o mercado brasileiro também, acelerando uma nova onda de eficiência e diversificação no segmento. A Meituan opera em escala de bilhões de pedidos anuais, e sua estratégia de IA aplicada à logística urbana é referência global, ajustando rotas, precificação e até previsão de demanda com base em clima, eventos e comportamento em tempo real.

O que está em jogo

A competição não será apenas por market share, mas por modelo de negócio e velocidade de inovação. Enquanto o iFood domina o território e o recall de marca do consumidor brasileiro, Meituan e 99Food chegam com a ambição de reconfigurar o jogo, aportando grandes investimento e apostando em integração tecnológica, novos incentivos para restaurantes e modelos de fidelização híbridos que misturam pontos, cashback e superapps.

O aumento da competição no mercado de delivery tende a gerar um incentivo imediato ao consumo, impulsionado por campanhas agressivas, cupons e subsídios logísticos típicos de fases de entrada de novos players.

Esse movimento deve ampliar, ao menos temporariamente, a participação do delivery nas vendas totais do foodservice, aumentando o engajamento do consumidor e estimulando operadores a aderirem com mais intensidade às plataformas. No entanto, é preciso considerar os custos associados às entregas (taxas, embalagens, comissões e logística), que continuam a pressionar as margens dos restaurantes. Em um cenário de competição acirrada, será inevitável repensar a estrutura de P&L (Profit & Loss) do setor, ajustando preços, modelos de parceria e eficiência operacional para sustentar a rentabilidade em meio à expansão.

Próxima etapa 

O delivery deixou de ser um canal emergente para se tornar parte estrutural da jornada alimentar dos brasileiros. O desafio agora será ancorado na eficiência, na rentabilidade e na diferenciação. A chegada de novos players de peso, como Meituan e 99 Food, deve acelerar ainda mais a inovação, com o futuro do delivery no Brasil sendo decidido pela escala e pela inteligência.

Eduardo Yamashita é COO da Gouvêa Ecosystem.
*Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo.
Imagens: Envato e Reprodução 

 

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Eduardo Yamashita

Eduardo Yamashita

Eduardo Yamashita é COO da Gouvêa Ecosystem, empresa que contribui para a expansão e a transformação do mercado de consumo e varejo brasileiro com uma plataforma estratégica de unidades de negócios, produtos e serviços.

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