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Home Artigos

O poder da gastronomia como cura social

Redação de Redação
19 de agosto de 2025
no Artigos, Destaque do dia
Tempo de leitura: 4 minutos

Em um mundo que, como a WGSN aponta em seu relatório “Consumidor do Futuro 2027: Emoções”, está cada vez mais moldado por impulsos emocionais, a gastronomia emerge não apenas como um pilar de consumo, mas como um catalisador fundamental para a saúde social e o bem-estar coletivo. A pandemia e as crises subsequentes intensificaram o protagonismo das emoções em nossas decisões de compra, e as marcas que souberem dialogar com esses sentimentos, construindo narrativas e experiências que ressoem profundamente, serão as que prosperarão.

A WGSN destaca três emoções-chave para 2027:  a alegria estratégica, a desvontade e o otimismo cético. É fascinante observar como a gastronomia se entrelaça com cada uma delas, oferecendo caminhos para mitigar os desafios contemporâneos e construir um futuro mais humano e equitativo.

A alegria estratégica, definida pela WGSN como uma reação ao estresse prolongado, tédio e desregulação emocional, busca reconstruir o mundo de forma mais inspiradora, inclusiva e acolhedora. E o que poderia ser mais potente para essa finalidade do que uma mesa repleta de comfort food (comida afetiva), compartilhada com pessoas queridas?

A comida, em sua essência, é um ato de afeto e um veículo de conexão. Restaurantes, mercados de rua, aulas de culinária e até mesmo as redes sociais culinárias tornam-se espaços de efervescência coletiva. Eles oferecem ambientes onde a comunidade se forma, histórias são trocadas e laços são fortalecidos, combatendo a solidão e o isolamento que permeiam a policrise.

O ato de cozinhar para o outro, de se sentar junto para uma refeição, cultiva a serenidade e o bem-estar, sentimentos que as marcas são encorajadas a apoiar. É a gastronomia, com seu poder de unir, que nos permite reencontrar a leveza e a diversão, tornando-se uma ferramenta vital para o bem-estar e a felicidade, tanto dos indivíduos quanto dos negócios.

A desvontade descreve o desejo de se livrar de responsabilidades diante da exaustão generalizada e da sobrecarga digital. É a busca por uma vida mais tranquila, com menos exigências e mais laços significativos, um “minimalismo de notificações” que se estende ao desejo de uma existência menos barulhenta.

Nesse contexto, a gastronomia oferece um refúgio. O ato de preparar e desfrutar de uma refeição caseira, sem pressa, e desconectado das telas, pode ser um poderoso ato de autocuidado e desabituação de hábitos prejudiciais. Além disso, a emergência de modelos de negócio focados em alimentação saudável e prática, que aliviam o fardo de cozinhar em meio a rotinas exaustivas, responde diretamente a essa demanda por menos tarefas.

A comida de qualidade, com ingredientes frescos e preparo consciente, se torna um aliado na busca por uma cura em nível individual e coletivo, ajudando as pessoas a combater a fadiga e a encontrar propósito em atividades mais orgânicas e significativas. Para as marcas, o desafio é como aliviar a carga dos consumidores, oferecendo soluções que contribuam para uma vida com mais prazer e menos obrigações.

Por fim, o otimismo cético reflete a cautela e a desconfiança em relação ao futuro, especialmente no que diz respeito à tecnologia e à Inteligência Artificial. Como equilibrar o encantamento com o potencial das novas tecnologias e o medo de suas consequências não intencionais?

A gastronomia está na encruzilhada dessa questão. A digitalização trouxe os aplicativos de entrega, a robotização em cozinhas industriais e a IA na gestão de estoques e personalização de experiências. No entanto, a essência do fazer comida e do servir permanece intrinsecamente humana. A tecnologia pode otimizar, mas a criatividade do chef, a empatia do garçom, a arte da apresentação e o calor humano da hospitalidade são elementos insubstituíveis que a IA não pode replicar.

Este é um ponto crucial para o futuro do trabalho no setor. Embora algumas funções repetitivas possam ser automatizadas, a gastronomia continuará a ser uma grande geradora de empregos, especialmente naqueles papéis que exigem criatividade, interação humana e inteligência emocional. Haverá uma redefinição de habilidades, com maior valor para cozinheiros capazes de inovar, profissionais de hospitalidade que constroem relações genuínas e gestores que utilizam a tecnologia para aprimorar, e não para substituir, a experiência humana. O desafio para as marcas é estabelecer confiança e fomentar um otimismo quanto ao potencial da tecnologia para construir um futuro mais promissor para todos, sem perder a essência humana.

Ampliar o papel da gastronomia como cura social nos leva diretamente à questão do acesso à alimentação. Em muitas comunidades, a insegurança alimentar é uma realidade brutal. A gastronomia, nesse sentido, tem o poder de ser um vetor de justiça social. Iniciativas como cozinhas comunitárias, bancos de alimentos que reaproveitam excedentes, hortas urbanas e programas de capacitação em culinária para populações vulneráveis não apenas garantem o alimento na mesa, mas também oferecem dignidade, capacitação profissional e, consequentemente, acesso ao emprego.

Esses projetos não só combatem a fome, mas promovem a inclusão social, o desenvolvimento de habilidades e a autonomia. Eles transformam a comida de um mero item de consumo em uma ferramenta de empoderamento, demonstrando que a gastronomia pode ser uma ponte para um futuro mais equitativo, em que o direito à alimentação de qualidade e a oportunidade de trabalho são acessíveis a todos.

Em última análise, o poder da gastronomia reside em sua capacidade de nutrir não apenas o corpo, mas também a alma e a sociedade como um todo. Ela é um elo que conecta tradição e inovação, humanidade e tecnologia, prazer e propósito. Ao reconhecer e investir nesse poder, podemos, de fato, utilizar a gastronomia como uma ferramenta potente para a cura social, construindo um futuro em que a alegria estratégica, a superação da desvontade e um otimismo cético bem fundamentado sejam a tônica do nosso dia a dia.

Vamos juntos nessa!

Cristina Souza é CEO da Gouvêa Foodservice.
*Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo.
Imagem: Envato

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