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Home Artigos

A coexistência do tempo e da emoção: reflexões sobre a palestra de Lee Peterson na NRF 2025

Opinião de Mercado de Opinião de Mercado
17 de janeiro de 2025
no Artigos, Destaque do dia, NRF Retail's Big Show
Tempo de leitura: 3 minutos
Lee

Na NRF 2025, Lee Peterson, vice-presidente executivo de Thought Leadership da WD Partners, trouxe à tona uma questão provocativa: como as lojas físicas podem competir em um mundo movido pela velocidade? Sua apresentação foi um mergulho na tensão entre o imediatismo da era digital e a profundidade das conexões emocionais que os espaços físicos proporcionam.

Enquanto ele defendia que velocidade e experiência de loja física são conceitos antagônicos, minha visão como espectadora é que, na verdade, essas duas dimensões não apenas podem, como precisam coexistir.

A velocidade como fator disruptivo

Lee destacou um ponto que todos no varejo já enfrentaram de alguma forma: o avanço das entregas rápidas e como isso está redefinindo as expectativas do consumidor. Quando gigantes como a Amazon prometem janelas de entrega de duas horas, é natural que o varejo tradicional sinta a pressão de competir.

O problema? Para a maioria dos varejistas, tentar alcançar essa velocidade é financeiramente inviável, além de desviar o foco do que realmente diferencia a experiência em loja física: a emoção e a conexão humana.

E ele está absolutamente certo. Não podemos basear toda a estratégia de lojas físicas em tentar replicar a agilidade do e-commerce. Mas a questão não deve ser se velocidade e experiência emocional são opostas. A resposta está em encontrar o equilíbrio — e no fato de que os consumidores querem ambas, dependendo do contexto de sua jornada.

Tempo e emoção: antagonistas ou complementares?

A pesquisa que Lee apresentou revelou dados impactantes: 79% dos consumidores acham que comprar em lojas físicas demanda muito tempo e esforço. Esse dado, sem dúvida, reforça o valor da conveniência do online. Porém, isso não significa que os consumidores rejeitam as lojas físicas por completo. Na verdade, o que eles rejeitam são experiências desleixadas, mal otimizadas ou que não justificam o tempo investido.

Aqui, vejo uma oportunidade: não se trata de priorizar a velocidade ou a experiência emocional, mas de entender qual delas é mais relevante em cada jornada de compra. Para isso, o foco precisa ser na entrega de uma experiência de cliente (CX) perfeita — seja online ou offline.

Lee enfatizou algo fundamental: o varejo físico precisa voltar a investir no essencial. Treinamento de equipes, design pensado para conforto e conveniência, processos de checkout eficientes e espaços que valorizem o tempo e a atenção do consumidor. Ou seja, a loja deve ser um local onde as pessoas se sintam convidadas, não apressadas.

A força da jornada híbrida

Apesar do contraste que Lee traçou entre a velocidade e a conexão emocional, vejo as duas como partes complementares da jornada de consumo. Os consumidores de hoje transitam entre o físico e o digital com facilidade e, em ambos os casos, esperam uma experiência fluida. Há momentos em que a velocidade será a prioridade — um item básico que precisa ser entregue em poucas horas. Em outros, o desejo será por algo mais profundo — como explorar uma loja, tocar os produtos, conversar com um vendedor experiente.

No final, a melhor experiência de cliente é aquela que respeita o tempo do consumidor. Quando o consumidor precisa de agilidade, o varejo deve estar preparado. Quando ele busca imersão, conexão e inspiração, a loja deve entregar isso com excelência.

Uma visão para o futuro do varejo

Ao final da palestra, ficou claro que a chave não é escolher entre velocidade e emoção, mas integrar ambas de maneira estratégica. O varejo que prosperará é aquele que entende o tempo como aliado: o imediatismo do e-commerce complementa a profundidade emocional das lojas físicas.

A proposta de Lee para um “varejo mais lento” é, na verdade, um chamado para repensar o papel das lojas em um mundo acelerado. E, ao meu ver, essa visão só se torna mais poderosa quando combinada com a capacidade de oferecer conveniência no digital. A experiência de cliente não é sobre competir entre mundos, mas sobre orquestrar cada jornada em seu próprio tempo.

Anita Bataglin é diretora de Marketing da Intelipost.
*Este texto reproduz a opinião do autor e não reflete necessariamente o posicionamento da Mercado&Consumo.
Imagem: Shutterstock

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