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Home Gestão

Foodservice enfrenta alta rotatividade e falta de perspectiva entre os funcionários

Estudo elaborado pela Glassdoor aponta que 70% das pessoas, em escala global, veem o setor como um trabalho transitório

Redação de Redação
7 de agosto de 2025
no Destaque do dia, Eventos, Foodservice, Gestão, Notícias
Tempo de leitura: 3 minutos

Um dos pilares de qualquer empreendimento é a gestão de equipes. A forma como uma empresa, independentemente do setor, conduz seu time é de grande importância para a longevidade, tanto quanto outros aspectos. Há algum tempo, o setor de foodservice vem enfrentando dificuldades para contratar colaboradores, como apontam dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), divulgados em 2023. Segundo um estudo elaborado pela Glassdoor, 70% das pessoas, em escala global, veem o setor como um trabalho transitório.

No painel “Restaurante 2030: Operação, Tecnologia e Pessoas”, realizado no segundo dia do iFood Move 2025, Cristina Souza, CEO da Gouvêa Foodservice, destaca que, quando se trata de restaurantes, o turnover é de 70%, e, quando se trata de fast-food, em contexto global, esse percentual sobe para 200%.

“Trabalhamos num mercado de pensamento do funcionário de cada vez mais curto prazo. Além de ser um mercado de entrada, ou seja, são pessoas jovens chegando ali para a primeira oportunidade de emprego e tudo mais, ele não tem o interesse de ficar aqui muito tempo comigo”, afirma.

Mas há uma solução para este problema que assola o foodservice. De acordo com Cristina, a função dos líderes do setor é construir esse ambiente ótimo para que, enquanto a pessoa for colaboradora, ela esteja feliz, com propostas e promoções claras e flexibilidade mútua. Ela complementa apresentando dados que indicam que 30% dos funcionários não pensam em ficar mais de dois anos dentro dos negócios e que 60% reclamam que as promoções não são muito claras.

“Então vamos lá, eu ganho salário de R$ 1.790, eu vou ser coordenador de loja e vou ter a oportunidade de ganhar R$ 1.900 com 50% a mais de responsabilidade do que eu tinha anteriormente. Faz sentido para o funcionário isso hoje em dia? Parece que não, né? Tudo bem que a gente estimule com metas e tudo mais. E, por favor, não tomem isso olhando para o seu negócio. Tomem isso entendendo uma lógica de mercado. E aí talvez no seu negócio você esteja fazendo coisas muito diferentes”, explica.

Relacionamento cliente x colaborador

Durante sua apresentação, Cristina destaca o “grande vilão” que torna a experiência do colaborador muitas vezes ruim no ambiente de trabalho: o comportamento inadequado dos clientes.

Um caso citado por ela foi o método adotado por Isabela Raposeiras, proprietária do Coffee Lab, em seus estabelecimentos. A empresária instalou a famosa placa “Estamos X dias sem acidente”, mas com a mensagem “Estamos a X dias sem sermos maltratados por clientes”. No entanto, Cristina conta que, há alguns dias, Isabela publicou em suas redes que a placa precisou ser zerada após episódios de agressões de clientes contra seus colaboradores.

“Esse tipo de pressão tem sido um grande afastador dos nossos funcionários de uma maneira geral. E aí a pergunta é assim: então tá, mas por que eu trabalho aqui? Para que eu vou continuar trabalhando aqui?”, questiona Cristina.

Cristina conta que, após conversas com diversas pessoas para entender as perspectivas dos funcionários, chegou à seguinte conclusão:

Se eu sou valorizado, eu fico.
Se eu sou treinado, eu fico e fico feliz.
Se eu sou bem cuidado, eu fico, fico feliz e fico equilibrado.
Com flexibilidade, com reconhecimento, eu fico, fico feliz, fico equilibrado e me sinto parte.

Imagem: Envato

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