O Itaú Unibanco patrocinará a ginasta Rebeca Andrade pelos próximos quatro anos. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 9, pelo presidente do banco, Milton Maluhy, em postagem nas redes sociais.
“… eu não poderia estar mais feliz em anunciar a vocês, em primeira mão, que vamos realizar um sonho de longa data: a partir de hoje e pelos próximos quatro anos somos o parceiro oficial dos sonhos de futuro da Rebeca Andrade”, escreveu Maluhy em seu perfil no LinkedIn.
Rebeca se tornou a maior medalhista olímpica brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris, neste ano, ao conquistar quatro medalhas, sendo três delas em competições individuais. Ela já havia recebido duas medalhas nos Jogos de Tóquio 2020, realizados em 2021 devido à pandemia de covid-19.
“Rebeca não é apenas a maior medalhista brasileira. Ela é a cara do nosso povo: criativa, batalhadora, aguerrida”, disse o presidente do Itaú. “Mas é também uma atleta serena, que desenvolveu um forte ferramental para ser a vencedora que é, com inteligência emocional, suporte especializado e muita estratégia.”
De acordo com Maluhy, o patrocínio reforça o apoio dado pelo banco ao esporte brasileiro, que inclui o fomento a atletas e o patrocínio a competições nacionais e internacionais.
Os detalhes do contrato com Rebeca Andrade não foram divulgados.
Marcas e os Jogos Olímpicos
Um estudo conduzido pelo grupo Ponto, empresa de análise e pesquisa, em parceria com a V-Tracker, mostrou que 60% dos brasileiros têm uma percepção positiva sobre marcas que se associam aos Jogos Olímpicos. A pesquisa avaliou as opiniões dos brasileiros em relação à competição e às marcas associadas ao evento.
O resultado aponta que 43% dos entrevistados querem saber quais são as marcas patrocinadoras dos jogos e 58% admitem que o patrocínio influencia de alguma forma a decisão de consumo. Gostariam de saber mais sobre os produtos e as empresas associadas à competição 17% dos respondentes. A geração Z é mais engajada com as empresas patrocinadoras. Entretanto, o interesse diminui com o aumento da idade.
Com informações de Estadão (Matheus Piovesana)
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