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Home Economia

Quase metade das grandes indústrias adotou algum grau de trabalho remoto em 2022, mostra IBGE

O benefício mais apontado no uso de tecnologia digital avançada foi a maior flexibilidade em processos administrativos, produtivos e organizacionais (89,8%)

Redação de Redação
29 de setembro de 2023
no Economia, Gestão, Notícias
Tempo de leitura: 2 minutos
trabalho remoto

No ano de 2022, 47,8% das grandes empresas industriais adotaram algum grau de trabalho remoto na condução dos negócios no País, segundo os primeiros indicadores temáticos da Pesquisa de Inovação (Pintec) Semestral 2022: Tecnologias Digitais Avançadas, Teletrabalho e Cibersegurança, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A função com maior adoção de trabalho remoto foi a administração (94,5% de menções), seguida por comercialização (85,7%), desenvolvimento de projetos (71,4%), logística (56,9%) e produção (38,7%).

O setor industrial com mais frequência de teletrabalho foi o de farmoquímicos e farmacêuticos, adotado em algum grau por 83,6% das empresas do segmento, sucedido pelo ramo de bebidas (83,2% das grandes empresas) e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (72,6%).

Por outro lado, o trabalho remoto foi menos recorrente no setor de confecção (mencionado por apenas 28,3%), couro e artefatos de couro e calçados (25,9%) e fumo (21,2%).

O levantamento ouviu apenas empresas de grande porte, com pelo menos 100 trabalhadores ocupados, pertencentes às atividades das indústrias extrativas e de transformação.

A pesquisa do IBGE foi feita em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A coleta e o tratamento dos dados consideraram uma amostra de 1.532 empresas num universo de 9.586 indústrias em atividade no Brasil que se encaixavam nos parâmetros exigidos pela pesquisa.

Em 2022, 84,9% das grandes empresas industriais utilizaram pelo menos uma tecnologia digital avançada, sendo a computação em nuvem a mais popular, com 73,6% de citações, seguida por internet das coisas (48,6%), robótica (27,7%), análise de big data (23,4%), manufatura aditiva (19,2%) e inteligência artificial (16,9%).

Quanto maior o número de trabalhadores na empresa, mais frequente foi a adoção de tecnologias digitais avançadas nos negócios. Os setores com as maiores predominâncias desse tipo de tecnologia foram máquinas e equipamentos (94,5% das empresas da área), extrativas (92,2%) e produtos diversos (92,0%).

O benefício mais apontado no uso de tecnologia digital avançada foi a maior flexibilidade em processos administrativos, produtivos e organizacionais (89,8%), seguido pelo aumento da eficiência (87,6%) e melhoria no relacionamento com clientes e fornecedores (85,6%).

A estratégia autônoma da empresa foi a motivação mais citada para a adoção de tecnologia avançada, mencionada por 87,0% dos informantes. Por outro lado, os principais empecilhos que dificultaram a estratégia de modernização dos negócios nas indústrias digitalizadas foram altos custos (80,8%), falta de pessoal qualificado na empresa (54,6%) e riscos associados à segurança e privacidade (49,5%).

Quanto à proteção, 82,5% das grandes empresas fabris adotaram medidas de segurança da informação no ano passado. O uso de antivírus (98,1%) para combater softwares maliciosos (malware) e e-mails fraudulentos (phishing) foi a ação mais frequente, mas houve adoção recorrente também de controle de acesso à rede (96,8%), atualização de software (95,0%), backup de dados em dispositivo separado (93,5%) e identificação e autenticação de usuário (87,0%).

Com informações de Estadão Conteúdo (Daniela Amorim).
Imagem: Shutterstock

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