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Home Economia

Stone vende empresa de software por menos da metade do que pagou

Stone encerra ciclo com Linx e assume prejuízo bilionário na venda

Redação de Redação
23 de julho de 2025
no Economia, Notícias, Tecnologia
Tempo de leitura: 4 minutos
Stone tem lucro líquido ajustado de R$ 435 Mi no 3º trimestre, alta anual de 302%

A Stone, empresa de maquininhas de cartão, vendeu a empresa de software Linx para a Totvs, em um negócio de R$ 3,05 bilhões em dinheiro por 100% das ações. A transação foi anunciada nesta terça-feira, 22. Pelos termos do negócio, a Stone vai ficar com o caixa líquido atual da Linx, estimado em R$ 360 milhões, o que eleva o valor patrimonial total da transação com a Totvs para R$ 3,41 bilhões.

No caso da Linx, pelo acordo entre as duas companhias, além de ficar com o caixa atual da empresa de software, toda a receita gerada entre a data da assinatura da venda, que ocorreu na noite de segunda-feira, 21, e a do fechamento da aquisição, que ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), será retida pela Stone.

“Com esta aquisição, reforçaremos nossa posição no varejo, expandindo nosso portfólio e fortalecendo nossa capacidade de atender às demandas de todos os perfis de varejistas. Trata-se de um grande e importante avanço em nossa oferta de tecnologia para este setor e, dado o nosso elevado nível de investimento em P&D (pesquisa e desenvolvimento), nos permitirá impulsionar o desenvolvimento de inovações relevantes para os clientes Linx, inclusive em IA”, disse o presidente da Totvs, Dennis Herszkowicz.

A venda da Linx põe fim a uma história de cinco anos da empresa de tecnologia com a Stone, que comprou a companhia no final de 2000 por R$ 6,7 bilhões, na época em uma acirrada disputa com a própria Totvs.

A Stone colocou a Linx à venda no ano passado, e nomes como a israelense Nayax, a própria Totvs e a canadense Constellation avaliaram o negócio. As propostas de preço, porém, não atingiram o valor esperado pela Stone, que buscava vender a Linx pelo menos pelo preço que pagou. O processo de venda, então, foi suspenso em fevereiro desde ano.

Em abril, a Totvs surpreendeu e anunciou que negociava com exclusividade a compra da Linx. Pouco antes, a Stone havia feito uma baixa contábil (“impairment”) relativa ao ágio pago pela Linx em 2021, e que foi ao todo de R$ 3,6 bilhões.

Quando a Stone comprou a Linx, havia a expectativa de que haveria uma sinergia grande, que poderia vir das operações entre softwares, especialmente de varejo, o forte da empresa de tecnologia, e serviços financeiros, o forte da empresa de pagamentos.

No entanto, isso não aconteceu na intensidade esperada, especialmente porque, logo em seguida à aquisição, a Stone começou a ter problemas em seu negócio de crédito, com uma disparada da inadimplência após emprestar muito para pequenos comércios. Agora, com a Totvs, espera-se que as sinergias sejam extraídas e, na visão de um executivo, pode até dobrar o Ebitda (fluxo de caixa) da Linx em pouco tempo.

Plataforma simplesvet

A Stone também anunciou a venda da SimplesVet, plataforma de gestão voltada para clínicas veterinárias, para a PetLove. A operação foi avaliada em R$ 140 milhões, valor que representa quatro vezes a receita da empresa, e já recebeu aprovação do Cade. A transação faz parte do processo de reestruturação do negócio de software.

Sem Linx e SimplesVet, as demais operações de software que permanecem sob gestão da Stone somam uma receita anual estimada de R$ 326 milhões e Ebitda de R$ 32 milhões, de acordo com comunicado da empresa.

Para os rumos dos ativos de software que sobraram, que incluem nomes como Reclame Aqui e Questor, que faz softwares para escritórios de contabilidade, há opções em análise pela Stone. Entre elas, podem ser integrados ao portfólio principal da companhia de maquininhas ou a empresa pode optar por uma saída estratégica como as duas anunciadas ontem.

Segundo pessoas a par das negociações, a tendência é de que essa segunda opção ocorra e as empresas sejam vendidas.

A Stone promete divulgar os detalhes sobre o que fará com os recursos da venda da Linx após a aprovação regulatória da venda e fechamento final do negócio, o que depende do Cade. A companhia ressaltou ontem que, considerando a sua política de alocação de capital, pode “devolver capital excedente aos acionistas sempre que não houver oportunidades imediatas de crescimento com geração de valor”.

“Esta negociação é um passo importante na reestruturação do nosso portfólio, alinhada à estratégia de longo prazo da companhia. Seguimos focados nas frentes mais estratégicas para impulsionar o crescimento”, afirmou o CEO da Stone, Pedro Zinner, em nota à imprensa.

Nova oportunidade

Para Herszkowicz, presidente da Totvs, a companhia tem agora uma chance de vendas cruzadas em especial dos seus serviços de recursos humanos e financeiros. “Boa parte do custo dos varejistas é com pessoas. E temos soluções para eles operarem melhor a força de trabalho”, disse ele, ao Estadão/Broadcast.

Ao comprar a Linx, a Totvs levou 73% da operação de software da empresa de meios de pagamento. Os negócios incluem o atendimento de farmácias, redes de fast-food e postos de combustíveis, subsegmentos do varejo em que a Totvs não tem inserção.

Com informação do Estadão de Conteúdo (Altamiro Silva Junior e Aramis Merki II).
Imagem: Shutterstock

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