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Home Varejo

Bio Mundo planeja expansão de minimercado e traça rota para faturar R$ 500 milhões em 2026

Rede de produtos naturais aposta em unidade compactas para acelerar crescimento

Redação de Redação
18 de julho de 2025
no Notícias, Varejo
Tempo de leitura: 4 minutos
Biomundo inicia expansão para o interior paulista com a abertura da 1ª loja em Presidente Prudente

A Bio Mundo traçou seu plano para alcançar R$ 500 milhões em faturamento até o fim de 2026, o dobro dos R$ 250 milhões registrados em 2024. A rede de franquias de produtos naturais e nutrição esportiva aposta na ampliação do novo modelo de loja, o minimercado, com operação mais enxuta e investimento inicial de R$ 200 mil, menos da metade exigida nas lojas tradicionais da marca, que custam R$ 450 mil.

A expectativa é que o formato represente um salto de capilaridade, especialmente em cidades com mais de 70 mil habitantes. A meta da franqueadora é inaugurar 25 unidades do novo modelo ainda em 2025 e outras 50 até 2026. O fundador da rede, Edmar Mothé, afirmou que o formato inaugura uma nova vertente de atração de investidores. “Entendemos que havia uma demanda por modelos mais acessíveis, flexíveis e adaptáveis a espaços menores.” Hoje, a rede soma 170 lojas em operação em 22 estados e no Distrito Federal e projeta faturar R$ 300 milhões neste ano.

O modelo de minimercado tem entre 14 e 30 metros quadrados, mix de produtos reduzido e foco em itens prontos para levar, com operação voltada à conveniência. Não há oferta de produtos a granel, ao contrário das lojas maiores da rede. A expectativa é que cada unidade fature em média R$ 100 mil por mês, o que representaria um incremento de R$ 6 milhões no faturamento total da Bio Mundo já em 2025.

Os primeiros contratos foram firmados para Natal (RN), Guaratinguetá (SP), Lorena (SP) e Brasília (DF), após a participação da empresa na ABF Franchising Expo, evento realizado de 25 a 28 de junho, em São Paulo. Para acelerar o ritmo de implantação, a empresa vai investir mais de R$ 2 milhões em incentivos voltados especificamente a esse formato.

Segundo o diretor de expansão da Bio Mundo, Alexandre Guerra, o plano é ocupar espaços estratégicos em pontos de alto fluxo, como shoppings centers, aeroportos, prédios comerciais e residenciais. O objetivo é ampliar a presença da marca, especialmente em municípios do interior. A expansão internacional não está no radar neste momento. Com mais de 3 mil produtos no portfólio, dos quais 180 são de marca própria, a rede tem intensificado a oferta de suplementos esportivos, que passaram a representar quase metade das vendas nas lojas desde o início deste ano.

“Somos um mercado saudável, mas com crescente demanda por produtos esportivos. Vemos isso como uma tendência que deve se fortalecer nos próximos anos”, afirma Guerra. A expectativa é de que o crescimento seja equilibrado entre os dois formatos operacionais da marca.

Além da expansão física, a Bio Mundo também aposta na inteligência artificial como ferramenta de escala e eficiência. Três agentes virtuais atuam em frentes diferentes: o Ed, voltado ao setor de expansão e responsável pelo primeiro contato com candidatos a franqueados; a Mari, que dá suporte aos vendedores durante as negociações, com informações técnicas sobre os produtos; e a BIA, ainda em desenvolvimento, que será integrada ao CRM da rede e atuará no atendimento ao cliente e em vendas por telefone e delivery.

Segundo Guerra, os agentes já ativos têm elevado a produtividade da equipe ao automatizar tarefas repetitivas e manuais. “A BIA deve melhorar o atendimento e aumentar as vendas, superando as dificuldades dos vendedores em atender online”, afirma o diretor.

Cinco perguntas para Edmar Mothé, sócio fundador da Bio Mundo:

Como surgiu a Bio Mundo?
“Nossa primeira loja foi inaugurada em 2015, após identificar uma oportunidade no setor de produtos naturais. Tentei, inicialmente, ser franqueado da Mundo Verde, mas não fui aceito, a marca achou que o mercado de Brasília, onde já tinha oito lojas, estava saturado. Em um ano e meio eu tinha 26 lojas em Brasília. Nosso modelo une produtos naturais, suplementos esportivos e produtos a granel, inspirado em tendências que vi nos Estados Unidos.”

Como vocês partiram para o sistema de franquias?
“Testamos nosso negócio em 22 operações diversificadas antes de migrar para o sistema de franquias. Atualmente, possuo sete lojas próprias para continuar testando as novidades antes de incluir na rede. Além disso, acredito que uma franqueadora, para ser boa, deve ter lojas próprias para realmente entender as demandas do negócio.”

Qual a vantagem do formato de minimercado?
“Esses novos formatos nascem de uma escuta ativa com o mercado e os candidatos a franqueado. Entendemos que havia uma demanda por modelos mais acessíveis, flexíveis e adaptáveis a espaços menores, mas com o mesmo potencial de retorno que caracteriza a nossa marca. Estamos confiantes de que essa estratégia vai nos permitir ocupar novos espaços e atrair novos perfis de investidores.”

O que você destacaria como o seu principal diferencial como empreendedor?
“Eu sempre fui vendedor e continuo com esse pensamento na administração da empresa, então entendo as dores dos meus franqueados. Temos quatro pilares que regem a empresa: um bom produto, DNA de vendedores, especialidade em ponto de venda, sabemos onde e como instalar nossas lojas, e o objetivo é ajudar nossos franqueados a ganharem dinheiro.”

E o diferencial da rede?
“Nossa gestão é focada em resultados. Conquistamos o Prêmio de Excelência em Franchising da ABF por quatro anos consecutivos e a marca se tornou Top of Mind como a empresa de produtos naturais mais lembrada de Brasília.”

Com informações de Agência DCNews.
Imagem: Divulgação

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